Ou o ser de forma como
não gostaríamos...
Mas amor é sempre amor.
Não importa de que
forma seja
Se existe de fato, é
reconhecido como tal.
O fato é que
banalizado, “coisificado”
Confunde-se com paixão.
E deixa então de ser
amor...
O amor é desapegado... Até
mesmo do objeto amado.
É livre, altruísta e tem o respeito em alta conta.
É eterno... Mesmo
depois de anos longe do ser amado
Quem o sente na
essência é capaz de viver sem a outra parte
E continuar amando como
se nada tivesse acontecido.
Sabe esperar.
Sendo livre, não se
permite sofrer pelo outro,
Embora sinta falta, saudade...
Satisfaz-se com lembranças.
Por que sabe que para estar
junto não é preciso estar perto,
Basta sentir por
dentro.
O amor aquece a alma e
o coração, mesmo quando não correspondido.
Bonito texto. parabéns.
ResponderExcluirObrigada!!
ResponderExcluirNão me lembro de ter te falado do meu blog...
Mas seja bem vindo!
Sim!
ResponderExcluirEu amo essa mão!
Pense o quanto ela é boa!
KKKKK
Uma bela declaração de amor próprio: é a dona da mão da foto!! rsrsrs
ResponderExcluirHunf... Contou!... Nada não... Tá contado e é verdade!
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